não há isso de sinais.
O que há é a vida real.
E a própria cabeça, o próprio espírito, o próprio corpo.
E este último, conectado com o Todo, contém o conhecimento necessário.
Não tema, só se vive uma vez!
Viagem interior pelo mundo de uma menina. Viagem de uma menina do interior pelo mundo. Viagem pelo mundo de uma menina do interior. Viagem pelo interior de uma menina do mundo.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Dúvidas
Hoje uma amiga minha perguntou se eu tenho um check-list pra saber se um cara é o cara. Na hora respondi que não, que não tem dessas coisas.
Mas agora me ocorreu uma dúvida:
Eu abriria mão da possibilidade do loirão de dreadlock???
Mas agora me ocorreu uma dúvida:
Eu abriria mão da possibilidade do loirão de dreadlock???
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O caçador e a caça
Ainda no início da noite, ele disse algo que me irritou profundamente. Talvez por ser verdade, talvez por não ser recíproco, eu quis ir embora dali: depressa, correndo, não me importando o horário do trem, o país ou ele.
Mas antes que eu tivesse tempo e sem nem perceber, ele domou aquela raiva toda e eu quis ficar.
Já no final da noite, como se me conhecesse há muito mais que me conhece, ele disse algo que me atingiu profundamente. Nem onça, nem gata... talvez leoa. E, num sinal, insistiu no felino certo. Depois murmurou as palavras que dias antes rezei para ouvir.
Algo sério aconteceu. Alguma coisa mudou.
Na próxima manhã eu fugi dali: depressa, correndo, não me importando o horário do trem, o país. Ele me importa.
Será só mais um homem com uma arma ou o meu companheiro de caça? A verdade é que eu quero muito que ele realmente means what he says. . Mas isso, só o tempo vai fazer saber. E eu sei que não vou ter que esperar muito: oversas sua maior qualidade é a de ser voraz.
Mas antes que eu tivesse tempo e sem nem perceber, ele domou aquela raiva toda e eu quis ficar.
Já no final da noite, como se me conhecesse há muito mais que me conhece, ele disse algo que me atingiu profundamente. Nem onça, nem gata... talvez leoa. E, num sinal, insistiu no felino certo. Depois murmurou as palavras que dias antes rezei para ouvir.
Algo sério aconteceu. Alguma coisa mudou.
Na próxima manhã eu fugi dali: depressa, correndo, não me importando o horário do trem, o país. Ele me importa.
Será só mais um homem com uma arma ou o meu companheiro de caça? A verdade é que eu quero muito que ele realmente means what he says. . Mas isso, só o tempo vai fazer saber. E eu sei que não vou ter que esperar muito: oversas sua maior qualidade é a de ser voraz.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
V.I.P
Hoje foi embora de Lund alguém que teve importância considerável na minha vida. Não foi exatamente importante por quem é ou pelo que é, mas pelo que (me) fez.
Sabe o que fez? Me fez saltar assim... pluft! dos 15 para os 29(na época).
Me fez perceber o quanto eu havia crescido. Me mostrou que eu realmente aprendi muito com tudo que vivi até ali. Sim, o quanto eu sou MA-DU-RA! E o mais massa disso é que, talvez pela própria matureza, tal percepção se deu sem sofrimento de nenhuma espécie.
Minto. Talvez uma pequena desilusão por esperar (sempre) que as pessoas sejam transparentes e corretas comigo como eu sou com elas. E isso só porque eu, teimosa, desafiei a minha intuição, que me bipou lá bem no início de tudo. Ah! Tb não me crucifico. Eu tava mesmo num mood de me aventurar.
Mas acho que essa pessoa não sabe da importância que teve. Acho que se acha muito mais importante do que, de fato, foi pra mim.
E a sensação que tenho é que só daqui a muitos anos, quando nos reconhecermos em algum canto do mundo, vou lhe dizer: você foi só uma pessoa ordinária, eu é que estava no meu momento. Aliás, não. Isso é o que eu diria hoje, na pequena maturez que acumulei. Em muitos anos, estarei madura demais para dizer qualquer coisa.
"Mas timing é tudo na vida. E eles estavam descompassados. Ela queria apenas uma garantia de encontros casuais. Já ele, não queria nem isso."'
Amanda Ourofino
Sabe o que fez? Me fez saltar assim... pluft! dos 15 para os 29(na época).
Me fez perceber o quanto eu havia crescido. Me mostrou que eu realmente aprendi muito com tudo que vivi até ali. Sim, o quanto eu sou MA-DU-RA! E o mais massa disso é que, talvez pela própria matureza, tal percepção se deu sem sofrimento de nenhuma espécie.
Minto. Talvez uma pequena desilusão por esperar (sempre) que as pessoas sejam transparentes e corretas comigo como eu sou com elas. E isso só porque eu, teimosa, desafiei a minha intuição, que me bipou lá bem no início de tudo. Ah! Tb não me crucifico. Eu tava mesmo num mood de me aventurar.
Mas acho que essa pessoa não sabe da importância que teve. Acho que se acha muito mais importante do que, de fato, foi pra mim.
E a sensação que tenho é que só daqui a muitos anos, quando nos reconhecermos em algum canto do mundo, vou lhe dizer: você foi só uma pessoa ordinária, eu é que estava no meu momento. Aliás, não. Isso é o que eu diria hoje, na pequena maturez que acumulei. Em muitos anos, estarei madura demais para dizer qualquer coisa.
"Mas timing é tudo na vida. E eles estavam descompassados. Ela queria apenas uma garantia de encontros casuais. Já ele, não queria nem isso."'
Amanda Ourofino
sábado, 17 de abril de 2010
Medo de morrer de bonde
Estou agora em Budapeste com a Fabiana. Há tempos eu queria estar aqui.
Estamos em um hostel e essa noite uns alemães "#%¤§ foram super desrespeitosos e não paravam de fazer barulho. Eu pedi a eles para silenciarem, mas nada adiantou. Então pedi para que qualquer coisa os fizesse parar até que uma hora eles se calaram.
Depois daqueles barulhos desconfortáveis de gritos e música ruim, houve vácuo silêncioso e sonolento onde ruídos da minha mente ecoaram despertos de um longo sono.
Me lembrei de tempos há 10, 11 ou 12 anos. Períodos em que eu fui muito triste, em que eu senti muita dor e em que eu fui extremamente sozinha. Mas que, ao mesmo tempo, eu tive o que me sustentasse e permaneci de pé e não parei um minuto e fui em frente.
Estamos em um hostel e essa noite uns alemães "#%¤§ foram super desrespeitosos e não paravam de fazer barulho. Eu pedi a eles para silenciarem, mas nada adiantou. Então pedi para que qualquer coisa os fizesse parar até que uma hora eles se calaram.
Depois daqueles barulhos desconfortáveis de gritos e música ruim, houve vácuo silêncioso e sonolento onde ruídos da minha mente ecoaram despertos de um longo sono.
Me lembrei de tempos há 10, 11 ou 12 anos. Períodos em que eu fui muito triste, em que eu senti muita dor e em que eu fui extremamente sozinha. Mas que, ao mesmo tempo, eu tive o que me sustentasse e permaneci de pé e não parei um minuto e fui em frente.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Cruzamentos

Ali, naquela mesma esquina, em tardes assemelhavelmente escuras, ouvi coisas muito distintas:
Pára, pára, pára!
x
Por favor, não para!
...
Não parei e nem quero parar.
Espero trombar em você outras tardes e outras horas do dia. E da noite.
Porque nessas trombadas pode ser que a gente se encaixe,
tenho fé que a gente se encaixe,
acho que vamos nos encaixar.
Vamos, nos encaixar?
Sigamos, encaixados, só até quando estiver bom!
Por favor, não pare você também!
Assinar:
Postagens (Atom)