quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

No woman, no cry, t'habit a Paris

Bem... é fato. Estou morando em Paris.
Depois da primeira semana de cama, com pneumonia, estou finalmente pronta pra ver as luzes da cidade.

Aliás, mesmo doente a cidade me mostrou algumas luzes: o médico que me atendeu em casa e que deixou o endereço e o troco antes mesmo que eu mandasse seu pagamento pelos correios. Ou a dona do restaurante vegetariano daqui de perto, que ouviu a minha tosse e me tratou como filha, me dando até tomilho pra minha infusão. No restaurante também tem um cachorro super meigo!

Eu adoro o mau humor dos parisienses e acho adorável a falta de paciência deles com que não sabe o que quer, com quem não se decide. Acho que nunca vi um povo mais objetivo. E, demostrado o que se quer (rápido, antes que eles desistam, e eles desistem num estalar de dedos), eles se empenham tanto em te fazer chegar lá.

Bem, talvez seja essa a grande lição que eu tô aqui pra aprender. Demonstrar o que eu quero: rápido, objetivamente, sem rodeios, antes que não dê mais tempo. Realizar, talvez seja o jeito certo de colocar as coisas. EStou aqui pra realizar, rápido, objetivamente, sem rodeios.

P.S.: No woman no cry foi a primeira música que ouvi aqui, quando subi o lance de escadas em frente ao apto que estou morando pra encontrar os pés da basílica de Sacre Coeur. Eu estava muito doente e me sentindo sozinha. Ouvi essa música enquanto olhava a cidade do alto. Acho que foi um recado.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tem gente que acha bonito ser feio

e teve até uma dia que ela se despiu da sua beleza só pra provar que tinha mais algum valor além daquilo.

mas aí ela cresceu e largou de ser boba.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Lágrimas II

Passam as lágrimas, o coração fica: limpo e aberto!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MestrA

Tive que escrever uma dissertação de mestrado, em inglês, pra convencer a mim mesma que o meu jeito de ser mulher é feminino.

Demorou. Foi difícil, tortuoso, tive dúvidas. Mas... Consegui!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Lágrimas

Hoje eu chorei muito.
Chorei de amor.
Há bem mais de dois anos não chorava assim.
Bem... sou capaz de novo.

Bom ou ruim?

domingo, 5 de dezembro de 2010

Palavras ditas

"As palavras saem quase sem querer
Rezam por nós dois
Tome conta do que vai dizer
Elas estão dentro dos meus olhos
Da minha boca, dos meus ombros.
Se quiser ouvir
É fácil perceber

Não me acerte
Não me cerque
Me dê absolvição
Faça luz onde há involução
Escolha os versos para ser meu bem
E não ser meu mal
Reabilite o meu coração"


Trecho de Palavras, Vanessa da Mata, escrita e cantada por ela mesma. Disco: Bicicletas, Bolos e outras alegrias. Música linda em álbum fabuloso!

Perfeição



Fora: neve, muita neve.
Dentro: bossa nova, velas e vidros embaçados.



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