quarta-feira, 13 de abril de 2011

Jag älskar Sverige*

Esse fim de semana estive em Lund, onde morei na Suécia por dois anos e meio.
A minha decisão de ir pra Lund, acho que foi a segunda mais difícil da minha vida. Por implicar em muitas coisas, inclusive no término de um relacionamento de 13 anos.

Retornar me fez perceber, de forma quase visceral, o quanto fui recompensada!
Tenho orgulho de mim por ter decidido. Mesmo que a decisão não houvesse sido me mudar para Lund, já teria sido importante e maturador.

Mas a decisão de ir para Lund me transformou, me libertou, me liberou e acho que sou mais feliz do que era quando decidi ir.

Decisões implicam em renúncias. As renúncias foram grandes, os ganhos também.

*Eu amo a Suécia, em sueco.

terça-feira, 15 de março de 2011

O que deu errado?



Parecia que ia ser grande.
Mas quando eu descobri a verdade, tudo ficou insignificante.

Porque a coisa que eu mais gostava em você (talvez a única) era o fato de você gostar tanto de mim.
Não queria que isso fosse verdade. Mas foi!


terça-feira, 8 de março de 2011

Globalização II

Ela é brasileira e morou na Suécia por dois anos e meio. Viveu no sul do país, quase na Dinamarca, bastava atravessar uma ponte.
Visitou muitas vezes Copenhague, principalmente no último ano e meio. 
Mas não foi até morar em Paris que encontrou os pares de sapatos dinamarqueses que lhe caíam bem. Eles estavam em uma loja grega.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

No woman, no cry, t'habit a Paris

Bem... é fato. Estou morando em Paris.
Depois da primeira semana de cama, com pneumonia, estou finalmente pronta pra ver as luzes da cidade.

Aliás, mesmo doente a cidade me mostrou algumas luzes: o médico que me atendeu em casa e que deixou o endereço e o troco antes mesmo que eu mandasse seu pagamento pelos correios. Ou a dona do restaurante vegetariano daqui de perto, que ouviu a minha tosse e me tratou como filha, me dando até tomilho pra minha infusão. No restaurante também tem um cachorro super meigo!

Eu adoro o mau humor dos parisienses e acho adorável a falta de paciência deles com que não sabe o que quer, com quem não se decide. Acho que nunca vi um povo mais objetivo. E, demostrado o que se quer (rápido, antes que eles desistam, e eles desistem num estalar de dedos), eles se empenham tanto em te fazer chegar lá.

Bem, talvez seja essa a grande lição que eu tô aqui pra aprender. Demonstrar o que eu quero: rápido, objetivamente, sem rodeios, antes que não dê mais tempo. Realizar, talvez seja o jeito certo de colocar as coisas. EStou aqui pra realizar, rápido, objetivamente, sem rodeios.

P.S.: No woman no cry foi a primeira música que ouvi aqui, quando subi o lance de escadas em frente ao apto que estou morando pra encontrar os pés da basílica de Sacre Coeur. Eu estava muito doente e me sentindo sozinha. Ouvi essa música enquanto olhava a cidade do alto. Acho que foi um recado.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tem gente que acha bonito ser feio

e teve até uma dia que ela se despiu da sua beleza só pra provar que tinha mais algum valor além daquilo.

mas aí ela cresceu e largou de ser boba.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Lágrimas II

Passam as lágrimas, o coração fica: limpo e aberto!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MestrA

Tive que escrever uma dissertação de mestrado, em inglês, pra convencer a mim mesma que o meu jeito de ser mulher é feminino.

Demorou. Foi difícil, tortuoso, tive dúvidas. Mas... Consegui!